Melhores Investimentos 2026

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INVESTIMENTOS
Cenário doméstico e internacional | Janeiro de 2026
Em dezembro, a pauta de política monetária teve papel central para os mercados, com os anúncios do FOMC e COPOM ocorrendo no mesmo dia 10.
Nos EUA, foi anunciado um corte de 25 bps dos juros (para o intervalo entre 3,50-3,75%), em linha com o esperado. 

Além da decisão de juros em si, o banco central norte-americano anunciou que retomará a expansão de seu balanço patrimonial, com a recompra de até US$ 40 bilhões em T-bills (treasuries de curtíssimo prazo). 

O presidente do Fed, Jerome Powell, reiterou a postura data driven em seu discurso e abordou o impacto do shutdown para a coleta e divulgação dos indicadores econômicos. 

Sobre os próximos passos, vale mencionar que a mediana do dot plot deixa espaço para apenas um corte de juros em 2026 e um corte em 2027, em linha com a última publicação de setembro; enquanto o consenso de mercado (segundo a ferramenta de acompanhamento do CME Group) projeta um corte de 25 bps em abril/2026 e um corte 25 bps em setembro/2026, com Fed Funds terminais de 3,00-3,25%.
No Brasil, o COPOM anunciou a manutenção da taxa Selic em 15,00%, conforme amplamente esperado.
O comunicado do BC, porém, trouxe pouco direcionamento para a trajetória de política monetária em 2026. 

A principal dúvida do mercado era sobre o timing do primeiro corte de juros: janeiro ou março de 2026 – contudo, a combinação de três fatores (o relatório de Política Monetária do 4T25, a ata do COPOM com um viés mais hawkish, e a trajetória altista do câmbio em dezembro, acumulando 2,6% de alta no mês) acabou por adiar as expectativas dos economistas para março.
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E foi justamente essa conjunção de elementos que fez o time Macro do Santander postergar também a projeção do início de flexibilização monetária para março de 2026 (vs. janeiro), apesar de manter a projeção da taxa Selic terminal em 12,50%.

Entre outras mudanças da revisão de cenário publicada no dia 19 de dezembro, estão as revisões baixistas do IPCA de 2025 (de 4,4% para 4,3%) e de 2026 (de 3,9% para 3,8%) e uma revisão altista da projeção do PIB de 2025 para 2,2% (vs. 2,0%).

Dezembro também foi marcado por uma agenda intensa na política brasileira, em meio ao esforço concentrado para a aprovação de matérias relevantes antes do início do recesso parlamentar. 

Na última sessão do ano, o Congresso aprovou o Orçamento de 2026, que prevê um superávit primário de R$ 34,5 bilhões – equivalente a 0,25% do PIB –, permanecendo dentro da margem de tolerância estabelecida pelo arcabouço fiscal. 

Outro tema apreciado foi o “PL da Dosimetria”, aprovado pelos congressistas, mas que segue pendente de sanção presidencial. Em janeiro, a pauta tende a ser mais arrefecida, com a retomada dos trabalhos legislativos prevista para o dia 2 de fevereiro. 

Ainda que 2026 seja um ano eleitoral, o que naturalmente mantém o foco sobre os presidenciáveis, o Congresso deverá avançar na tramitação de matérias relevantes, como o PL Antifacção, voltado ao combate do crime organizado, a PEC da Segurança Pública e a continuidade da regulamentação da reforma tributária.
No último mês, atualizamos também nossas perspectivas para o Ibovespa em 2026.
Após um rali de 33,95% em 2025, com o índice tendo renovado a máxima histórica no ano, nosso time de Estratégia Institucional apresentou o preço-alvo de 195 mil pontos para o fim de 2026, representando um potencial de alta de aprox. 21% em relação ao patamar atual. 

Derivamos nosso target do cenário-base (195 mil pontos) ponderando os cenários Bullish e Bearish de acordo com suas probabilidades atribuídas (50% a cada resultado).No cenário Bullish (no qual assumimos reformas fiscais estruturais a partir de 2027, incluindo moderação do salário-mínimo real, revisões em benefícios trabalhistas e ajustes em pisos constitucionais), projetamos um crescimento do Lucro por Ação (LPA) de 15% em 2027, em comparação com 5% no cenário Bearish (no qual pressupomos um mix de políticas mais adverso, menor crescimento e condições financeiras mais apertadas, o que levaria a uma trajetória mais inclinada da relação dívida/PIB).
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No âmbito comercial, a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, anunciou no último dia 18 de dezembro o adiamento da assinatura do acordo Mercosul–União Europeia.

O tratado de cooperação – que prevê a redução mútua de tarifas entre os dois blocos – estava inicialmente programado para ser assinado no dia 20, durante a Cúpula do Mercosul, em Foz do Iguaçu (PR). O adiamento reflete, sobretudo, resistências políticas internas no âmbito europeu, com destaque para manifestações de países como França e Itália. 

Apesar do atraso, o acordo segue sendo visto como estratégico, com potencial para ampliar fluxos comerciais, aprofundar a integração econômica entre os blocos e consolidar uma das maiores áreas de livre comércio do mundo.

No cenário geopolítico, embora persistam diversos conflitos de caráter regional, o que se destaca com maior intensidade é a guerra na Ucrânia.

Apesar de mais de três anos de conflito, as negociações entre Rússia e Ucrânia continuaram a oscilar entre momentos de esperança e de tensão, sem conseguir até agora costurar um cessar-fogo definitivo ou um acordo de paz abrangente.
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Autoridades ucranianas e russas retomaram conversas diretas sob mediação internacional, especialmente dos Estados Unidos, resultando em propostas multifacetadas. 

Ao mesmo tempo, episódios de ataques militares e acusações mútuas de sabotagem ressaltam a fragilidade desse processo. Para 2026, analistas esperam que as negociações continuem a ser moldadas por pressões diplomáticas entre grandes potências, a necessidade de garantias de segurança duradouras para a Ucrânia e o desafio de conciliar exigências territoriais com a viabilidade política de um acordo que ponha fim às hostilidades.
Em 2026, o cenário internacional tende a permanecer marcado por elevada complexidade política e econômica, com desafios e oportunidades distintas entre as principais economias.
No Brasil, o ambiente será influenciado pela expectativa em torno das eleições, além da continuidade do debate sobre a consolidação fiscal. 

Nos Estados Unidos, além da trajetória da política monetária e da nova composição do Federal Reserve — diante do término dos mandatos de Jerome Powell em maio, e de um membro votante (Stephen Miran) em janeiro —, a condução da política externa deverá seguir como fator relevante, com possíveis impactos sobre o comércio internacional, a política industrial e as relações estratégicas com a China e a Europa.

No continente europeu, a atenção continuará voltada à coordenação fiscal e à adaptação a um ambiente geopolítico mais fragmentado, marcado por pressões internas e desafios de competitividade. 

Já a China deverá seguir equilibrando medidas de estímulo ao crescimento com o enfrentamento de desafios estruturais, como a desaceleração do setor imobiliário, questões demográficas e a reconfiguração das cadeias globais de produção. 

De forma transversal, o risco de formação de uma bolha tecnológica segue sendo monitorado, cujos desdobramentos podem afetar mercados financeiros, produtividade e estratégias industriais em escala global.
Quer saber mais sobre as perspectivas de investimentos para este ano? Então acesse agora mesmo o relatório Melhores Investimentos 2026.
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